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3 Comentários

Romulo Cesar Pinto Rabelo Contabilista/Graduando em Direito26/08/2005 9:59 Responder

Posição como esta do Sr. ferro (delegado), vem trazer uma esperança, para pessoas que estudam dia e noite na eminência de ter dias melhores no decorrer da vida, perante aos concursos publicos, aí vem pessoas como estas (sem personalidade), tirando o potencial de quem tem o conhecimento, com dias e noites de estudo, com fraudes, e ao mesmo ficamdo milionario da noite para o dia, esses fraudadores tem que ser punidos com os rigores da lei, doe a quem doer.

karen barros acadêmica de direito26/08/2005 11:46 Responder

Isso é um absurdo, como disse o nosso ilustre colega da classe, ficamos dias e noites em estudo perpétuo e essas pessoas só porque tem influência, passam nestes concursos. Isso não acontece só no DF não, em Vitória também e tem e tem muuuuiitooo!!!

Lourival Lino de Sousa Advogado27/08/2005 14:59 Responder

É por essas e outras que nossas instituições estão corrompidas, eis que o ilícito tem como fonte a contratação do servidor que é guindado a postos públicos pelas vias da corrupção. Como esse servidor público, terá moral para coibir qualquer ato impróprio dentro de sua seção de trabalho? Há que se notar, ainda, que os que o colocaram no cargo por meios ilícitos irão cobrar futuramente essa condição. É a corroboração da máxima que impera nos meios públicos e políticos: “é dando que se recebe.” Como o ingresso em função pública por meios ilícitos é ato nulo, esperamos que a Polícia Federal nos dê conta da exoneração dos que assumiram cargos públicos por meios ilícitos com a conseqüente devolução de valores recebidos, além da responsabilização e condenação de todos os envolvidos. Que o fato não fique apenas na conhecida “abertura de inquérito”.

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