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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
ISSN 1980-4288

Seis meses após o crime, Tribunal do Júri condena acusado de matar esposa em Itanhaém

Pelo crime, cometido em 31 de dezembro de 2015, ele terá que cumprir pena de 22 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial fechado.

Fonte: TJSP

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Reprodução: pixabay.com

O Tribunal do Júri da Comarca de Itanhaém condenou um homem acusado de matar sua esposa. Pelo crime, cometido em 31 de dezembro de 2015, ele terá que cumprir pena de 22 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial fechado. O desfecho do caso se deu apenas 6 meses e 10 dias após os fatos.


Consta na denúncia que após a mulher sofrer um surto psicótico, o réu agrediu-a com pauladas até matá-la. Em seguida, tentou esconder o corpo em um matagal da cidade.


O Conselho de Sentença considerou que o réu praticou homicídio qualificado por motivo torpe, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e contra mulher, bem como reconheceu o delito de ocultação de cadáver. Ao proferir a sentença, o juiz Paulo Alexandre Rodrigues Coutinho entendeu estarem presentes os requisitos para manter a prisão preventiva do réu. “O crime chocou a pacata cidade litorânea de Itanhaém. De todo evidente que o crime de homicídio, dada sua natureza, por si só, possui o condão de colocar em xeque a ordem pública. Sendo a vida o bem jurídico mais valioso tutelado pelo nosso ordenamento, qualquer investida contra ela, ressalvadas raras hipóteses, repercute uma nefasta ideia de insegurança na sociedade, agravada, sem dúvida, com a permanência de indivíduo condenado, embora não definitivamente, em liberdade”, afirmou o magistrado.


Processo nº 0000029-38.2016.8.26.0633

Palavras-chave: Condenação Homicídio Qualificado Motivo Torpe Ocultação de Cadáver

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